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A maioria das pessoas olha só para o momento em que a ferramenta está removendo cavaco. Mas boa parte do custo e dos problemas da usinagem nasce fora do corte em si — nos microssegundos “invisíveis” entre uma operação e outra.


1️⃣ Tempo morto não é só máquina parada!

 

Aproximações excessivas por medo de colisão;

Retração longa “por segurança”;

Trocas de ferramenta mal otimizadas;

Movimentos em rápido mal programados.

👉 Muitas vezes 10% a 20% do tempo de ciclo está aí — e ninguém questiona.


2️⃣ Vibração começa antes do corte.

Um ponto pouco falado: Vibração não nasce só de avanço/rotação errados.

Ela começa com:

  • Ferramenta muito longa “só por garantia”;
  • Aperto desigual no porta-ferramenta;
  • Face de encosto suja ou com cavaco esmagado.

3️⃣ O operador experiente “corrige” erros do processo.

Esse é forte e gera identificação:

  • Operador ajusta avanço “no feeling”;
  • Compensa erro dimensional sem ninguém perceber;
  • Evita quebra porque sabe que o processo é frágil.

👉 O problema:

O processo parece bom, mas só funciona porque alguém está apagando incêndio todo dia.

Isso abre discussão sobre:

  • Dependência de pessoas;
  • Padronização real vs. “funciona assim”.

4️⃣ Ferramenta cara usada errado sai mais cara que ferramenta simples bem aplicada!

Contraponto interessante:

  • Insertos premium mal aplicados;
  • Revestimento correto + parâmetros errados;
  • Ferramenta top em máquina sem rigidez suficiente.

Ferramenta não resolve processo ruim.


A afiadora universal é um equipamento versátil e eficiente, projetada para atender a diversas necessidades de afiação em oficinas e indústrias. Aqui estão alguns dos principais benefícios dessa máquina:

1. Versatilidade: A afiadora universal pode afiar uma ampla variedade de brocas e fresas, tornando-a uma solução completa para diferentes aplicações.

2. Precisão: A afiadora universal proporciona um afiação precisa, garantindo que as ferramentas mantenham suas geometrias corretas e, assim, melhorando o desempenho e a durabilidade.

3. Facilidade de Uso: A afiadora universal é projetada para ser fácil de operar, mesmo para usuários com menos experiência. Isso permite que mais pessoas possam utilizá-la sem dificuldades.

4. Eficiência: A afiadora universal permite um processo de afiação rápido e eficiente, reduzindo o tempo de inatividade das ferramentas e aumentando a produtividade geral.

5. Durabilidade: Construída com materiais de alta qualidade, a afiadora universal é projetada para suportar o uso intenso, garantindo uma longa vida útil e reduzindo a necessidade de manutenção frequente.

6. Economia: Ao manter as ferramentas afiadas, a afiadora universal ajuda a prolongar a vida útil das ferramentas de corte, resultando em economia a longo prazo, já que menos ferramentas precisarão ser compradas.

7. Compacta e Portátil: O design da afiadora universal é geralmente compacto, facilitando o armazenamento e o transporte, o que é uma vantagem em lugares com espaço limitado.

Esses benefícios fazem da afiadora universal uma excelente escolha para quem busca eficiência e qualidade na afiação de ferramentas.


As pinças ER 40 são componentes utilizados em sistemas de fixação para fresas em máquinas-ferramenta, como tornos e fresadoras. Elas pertencem à série ER de pinças de fixação, que são amplamente utilizadas devido à sua versatilidade e precisão. Essas pinças são essenciais para operações de usinagem de alta precisão, onde a estabilidade da ferramenta de corte é crucial para obter acabamentos de superfície de alta qualidade e para prolongar a vida útil da ferramenta. As pinças podem fixar um tamanho padrão específico e o tamanho menor seguinte. São popularmente utilizadas nos processos de usinagem para mandrilar, fresar, furar, rosquear...

 Aqui estão algumas características principais das pinças ER:

  1. Tamanho: "ER 40" refere-se ao tamanho específico da pinça, sendo parte de uma série que inclui outros tamanhos como ER 16, ER 20, ER 32, etc. O número "40" indica o diâmetro máximo externo da pinça em milímetros.
  2. Aplicação: As pinças ER são projetadas para segurar ferramentas de corte, como fresas, brocas e machos, com segurança. Elas proporcionam uma fixação precisa e segura, minimizando a vibração e garantindo uma melhor qualidade de usinagem.
  3. Flexibilidade: As pinças ER são conhecidas por sua capacidade de apertar diferentes tamanhos de hastes de ferramenta dentro de uma faixa específica, oferecendo flexibilidade para o operador. Sua capacidade permite prender até 0,5mm abaixo de seu diâmetro nominal, por exemplo a pinça de 5mm pode prender ferramentas com haste de até 4,5mm.

  4. Funcionamento: Elas são usadas com porcas de fixação em porta-ferramentas, ou cones também chamados de porta pinça. A pinça é inserida no porta-ferramentas, e a porca de fixação a aperta, segurando a ferramenta de corte no lugar.
  5. Material: Normalmente são feitas de aço de alta qualidade para garantir durabilidade e resistência ao desgaste. O sistema de pinças ER são produzidos em aço flexível especial sob excelente tratamento térmico e preciso processo de retífica, aumentando sua precisão e sua elasticidade de fixação, com grande vida útil.

Na WT ferramentas temos um amplo estoque de pinças e jogos de pinças a pronta entrega. Os modelos ER, que são os mais comuns são separados em ER-8, ER-11, ER-16, ER-20, ER-25, ER-32, ER-40, ER-50. Além dos modelos ER, existem também as pinças OZ-16, OZ-20, OZ-25 e OZ-32.

Confira na tabela abaixo os tamanhos das pinças:


Sabe aquele ralador de legumes que você tem na cozinha de casa? As limas rotativas são semelhantes em alguns aspectos, porque elas possuem pequenos cortes de lâmina que capturam e removem o material enquanto seu eixo gira.

Algumas são mais agressivas do que outras, pois têm seções mais profundas no metal. As menos agressivas têm aberturas menores que removem menos material por rotação. 

Se você notar uma lima rotativa, provavelmente perceberá que os entalhes não se alinham exatamente, embora o padrão não seja exatamente aleatório. Esse padrão irregular existe porque se todos os elementos de corte se alinharem, eles criarão mais resistência à ferramenta, desviando a lima durante o trabalho. Poder-se-ia compensar o arrasto extra se soubesse em que direção ele iria puxar, mas isso aumentaria a dificuldade de usar essa ferramenta. Então para facilitar, há um padrão mais disperso de elementos de corte na lima, pois ele ajuda a evitar que a lima puxe em qualquer direção específica e dá mais controle ao profissional.

Por conta disso também, muitas das ferramentas manuais nas quais as limas rotativas de metal duro são utilizadas, já são previamente projetadas para serem pesadas o suficiente para ajudar a neutralizar qualquer arrasto causado pela própria lima.

 


581 2024-06-14 00:00:00

O metal duro, também chamado de wídia, é o produto resultado da metalurgia do pó.
O desenvolvimento deste material iniciou em Osram, na Alemanha, durante a fabricação de filamentos de tungstênio para lâmpadas incandescentes.
Mais tarde esses estudos foram cedidos à empresa Krupp e direcionou-se à aplicação do carboneto de tungstênio para a usinagem de metais. 
A já então chamada wídia foi lançada no mercado pela Krupp em 1927, e o nome formou-se da expressão “Wie diamante” – em alemão, que significa “como diamante”. Anos após esse lançamento, verificou-se que o atrito entre a pastilha e o cavaco de aço era reduzido e a resistência era maior que os demais materiais. 
A composição original do metal duro tinha somente o carboneto de tungstênio e o cobalto como ligante. Atualmente o metal duro é composto por tungstênio, cobalto e carbono.